Com a umidade relativa do ar em nível de alerta, em Goiás, chegando a casa dos 12%, os cuidados com a saúde devem ser redobrados. O número é cerca de 5 vezes menor que o ideal determinado pela Organização Mundial da Saúde, que fica entre 50% e 60%. O médico pneumologista do Einstein Hospital Israelita Goiânia, Matheus Rabahi, alerta que, em períodos extremos como este, o corpo passa por uma desregulação, o que deixa o sistema mais vulnerável e aumentam os riscos de contaminações. Matheus Rabahi destaca que, com o tempo seco, as pessoas tendem a ficar mais propensas a agravamento de doenças respiratórias como rinite, sinusite, bronquite, asma e enfisema pulmonar. Policiais são enviados para apurar causas do incêndio em Terra Ronca Impacto da seca na produção de alimentos pode afetar o orçamento para as compras no supermercado