Prevista na Lei Maria da Penha, mas pouco debatida, uma das formas mais silenciosas de violência contra a mulher é a patrimonial. Controle excessivo de gastos, impedimento de trabalhar, esconder dinheiro, vender bens sem consentimento, destruir celulares e documentos e contrair dívidas no nome da vítima, são apenas alguns dos sinais de quem comete este tipo de crime. Essa mulher, que prefere não se identificar, passou por quase todas estas situações ao longo de décadas de casamento. Mas a partir da próxima semana, mulheres em Goiás passarão a contar com um novo mecanismo de proteção contra abusos financeiros e fraudes em relações pessoais. O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) lança a campanha “O Nome é Dela – Ela escreve, assina e registra sua história”. Justiça revoga prisão de técnico de enfermagem suspeito de tortura em Goiás