O julgamento sobre a contratação de uma empresa para apoio à gestão do Imas, o Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores de Goiânia, foi adiado. O conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, Valcenor Braz, pediu vista do processo nesta quarta-feira. A licitação tem valor de R$ 10 milhões e 630 mil. Em entrevista ao repórter Gabriel Neves, do jornal O Popular, Braz afirmou que ainda não tem uma posição definida e pretende avaliar outro modelo de contratação. O conselheiro questiona o custo do serviço, já que a Prefeitura informou que o Imas registra um déficit anual de cerca de R$ 20 milhões. Valcenor Braz tem até quatro sessões para devolver o processo ao plenário. Mutirama será reaberto em duas etapas após mais de um ano fechado Goiás registra quase 6 mil casos de síndrome respiratória aguda grave em 2026