O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a tese da “revisão da vida toda”. O mecanismo permitia aos aposentados do INSS incluir no cálculo do benefício as contribuições feitas antes de julho de 1994, o que beneficiava principalmente quem ganhava salários mais altos antes do Plano Real. A decisão do Supremo encerra uma longa disputa judicial que teve uma reviravolta no ano passado, quando o próprio tribunal mudou um entendimento anterior que era favorável aos aposentados. A tese havia sido aceita pelo STJ em 2019 e confirmada pelo próprio STF em 2022, em votação apertada. Mas, com a mudança na composição da Corte, os ministros voltaram ao tema e, por oito votos a três, decidiram rever o entendimento. Comprovação por biometria é obrigatória para novos pedidos de benefícios do INSS Segurados do INSS reclamam de demora para agendamento de perícia médica presencial