A Federação das Indústrias do Estado de Goiás avaliou com preocupação a decisão do Comitê de Política Monetária de manter a taxa básica de juros em 15% ao ano. É o maior patamar em quase vinte anos. O presidente em exercício da Fieg, Flávio Rassi, afirmou que a manutenção da Selic pressiona a competitividade da indústria e dificulta a retomada de investimentos. Flávio Rassi destacou que, mesmo com a expectativa do mercado de que os cortes comecem só em março, a ausência de uma sinalização concreta gera insegurança. Copom mantém Selic em 15% e decisão frustra indústria 30 mil empresas goianas podem ser multadas em até R$ 50 milhões Dificuldade para obter crédito atinge 80% das empresas industriais no país O presidente em exercício da Fieg explicou que a indústria funciona como um termômetro da atividade econômica e que a falta de investimentos impacta toda a sociedade, com menos empregos qualificados, menor arrecadação e menos recursos circulando na economia.