Empresas que optarem pelo Simples Nacional com faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano não terão aumento de custos com as mudanças iniciadas pela reforma tributária. No entanto, deverão escolher, até o fim de setembro, entre permanecer no modelo atual ou migrar para o novo regime. A decisão exige atenção, já que uma escolha inadequada pode elevar a carga tributária e reduzir a competitividade. O conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade, Fernando Witicoviski, explica que o modelo atual é mais indicado para empresas que vendem diretamente ao consumidor final, como varejistas e prestadores de serviços locais. Já o modelo híbrido é recomendado para indústrias e empresas que comercializam com outras empresas, pois permite o aproveitamento de créditos tributários pelo comprador. Governo de Goiás e Shopee firmam acordo para ampliar operações no estado