A redução da taxa Selic de 15% para 14,75% sinaliza uma mudança de tendência, mas o custo de capital ainda é considerado elevado, o que encarece a produção e limita investimentos de longo prazo, segundo a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg). A entidade avalia que a queda é positiva, mas ainda insuficiente para o setor industrial goiano. O vice-presidente da Fieg, Flávio Rassi, afirma que o impacto imediato da redução de 0,25 ponto percentual é percebido mais otimismo tímido do mercado. Segundo ele, apesar de aliviar o fluxo de caixa das empresas — especialmente as pequenas e médias —, a medida ainda não é suficiente para destravar a produção. Selic volta a cair após quase dois anos e recua para 14,75% ao ano Economia brasileira cresce 2,3% em 2025, mas perde ritmo em relação a 2024