O projeto de lei que criminaliza a misoginia, aprovado recentemente pelo Senado Federal, tornou-se ponto central de divergência entre os principais pré-candidatos à Presidência da República. A proposta, que equipara o preconceito e a aversão às mulheres aos crimes previstos na Lei do Racismo, prevê penas de dois a cinco anos de prisão. Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou apoio à medida como um avanço no combate à violência de gênero, nomes como o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), criticam o texto alegando riscos à liberdade de expressão devido a definições que consideram vagas. Ouça o programa completo: