Os preços dos medicamentos podem sofrer reajustes entre 1,13% a 3,81% em todo o país, todos abaixo da inflação. Uma resolução, com os detalhes do aumento, foi publicada no diário oficial da União. A alta é aprovada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed) que leva em consideração diversos fatores, como os custos de produção, que compõem o valor final. O presidente-executivo do Sindicato das Indústrias Farmacêuticas do Estado de Goiás (Sindifargo), Marçal Henrique Soares, explica que o reajuste não é automático e cabe a cada farmacêutica aplicar os preços ou não. Ele ainda afirma que os índices máximos de aumento variam de acordo com as características do medicamento. Lula critica alta de preços e promete plano contra endividamento Gás de cozinha deve aumentar entre R$5 a R$10, em Goiás