Em Goiás, também houve fiscalização em empresas, com apreensão de mercadorias, em uma ação conjunta da Polícia Federal e da Receita Federal. Os mandados foram cumpridos ainda em outros estados, como Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pernambuco. Segundo a investigação, o grupo também tinha ligação com atividades fora do país. Para manter o esquema, os envolvidos usavam empresas falsas e pessoas para esconder os verdadeiros responsáveis, conhecidas como “laranjas”. Cada integrante tinha uma função bem definida dentro do grupo. As investigações começaram em agosto de 2022, após a apreensão de mercadorias irregulares em três carros que viajavam juntos. A partir daí, a polícia descobriu que os produtos, trazidos principalmente do Paraguai, eram vendidos pela internet em sites como Mercado Livre, Shopee e Magazine Luiza.