Consumidores que dependem de planos de saúde para tratamentos de alto custo, especialmente em casos graves e de urgência, podem enfrentar negativas das operadoras mesmo quando existe prescrição médica. Conforme a legislação e órgãos de defesa do consumidor quem define a necessidade e a urgência do tratamento é o médico assistente, e não a operadora do plano de saúde. ONU alerta que El Niño deve continuar e ganhar força até 2027 Audiência pública aponta espera de até três anos por exames com sedação para pessoas com deficiência pelo SUS em Goiás Obesidade infantil pode causar lesões nos vasos sanguíneos e elevar risco cardiovascular precoce Apesar da proteção garantida por lei, muitos consumidores ainda enfrentam barreiras e recusas sem justificativas. Segundo a advogada especialista em Direito do Consumidor e Diretora do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC), Anna Paula Gonçalves, nestes casos, a pessoa tem de procurar orientação jurídica para resguardar o direito de ter acesso ao medicamento.