Unidades de urgência e emergência em saúde de Goiânia apresentam diversas irregularidades, segundo uma inspeção do Ministério Público de Goiás. O levantamento apontou pacientes há mais de 24 horas nas unidades, falta de medicamentos, insumos e equipamentos, além de déficit de profissionais, dificuldade na oferta de exames e problemas no atendimento a pacientes psiquiátricos. O MPGO cobrou explicações do prefeito Sandro Mabel, que terá cinco dias úteis para responder. O órgão também questiona o cumprimento de decisões e medidas cautelares do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), além dos repasses municipais para o Fundo Municipal de Saúde e dos recursos do Tesouro aplicados na área no primeiro trimestre deste ano. A nova inspeção identificou que parte dos problemas continua, apesar de a Prefeitura ter informado, em audiência realizada em agosto, que algumas irregularidades haviam sido corrigidas.