Novas regras para o uso da inteligência artificial na medicina começaram a valer nesta quarta-feira. De acordo com uma resolução do Conselho Federal de Medicina, a tecnologia pode ser usada como apoio em exames, diagnósticos e tratamentos, mas a decisão final continua sendo do médico. Segundo o corregedor de processos do conselho regional de medicina de Goiás, Robson Azevedo, a inteligência artificial pode ser usada como apoio em exames, diagnósticos e outras atividades, mas não pode substituir o profissional. Uso da inteligência artificial pode impactar nova geração de profissionais Prefeitos e secretários debatem em Goiânia o uso ético da inteligência artificial na gestão pública TRE-GO vai usar inteligência artificial GuaIA para combater desinformação e 'deepfakes' nas eleições A resolução determina ainda que o médico registre no prontuário quando usar inteligência artificial como apoio na decisão. O paciente também deve ser informado quando a tecnologia tiver participação importante no atendimento e pode até recusar o uso dela.