Uma lei que atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente foi sancionada pelo governo federal e aumenta a proteção contra crimes de violência sexual praticados na internet. A medida também estabelece regras para conteúdos produzidos com inteligência artificial. De acordo com a advogada, Stéfanny Guerra, Imagens e vídeos falsos, feitos por montagem, adulteração ou uso de tecnologia, podem ser considerados violência sexual contra crianças e adolescentes. De acordo com Stéfanny Guerra, uutra mudança está nas punições. Produzir, fotografar, filmar ou vender esse tipo de material, por exemplo, passa a ter pena de quatro a dez anos de prisão, além de multa. Já quem oferece, troca, transmite, publica ou divulga o conteúdo pode receber a mesma punição. Casos de abandono de crianças e exploração sexual infantil aumentam em Goiás