A Justiça de Goiás determinou que o sindicato dos trabalhadores em educação, o Sintego, mantenha pelo menos 70% dos servidores administrativos trabalhando durante a greve. A paralisação da categoria está prevista para começar nesta terça-feira, dia 12 de maio. Na decisão liminar, o desembargador plantonista Maurício Porfírio Rosa exige que o sindicato apresente, em até 24 horas, um plano para garantir o funcionamento das escolas. A prioridade deve ser o atendimento na educação infantil e a manutenção da merenda escolar. A decisão também proíbe atos que impeçam o acesso aos prédios públicos. Em caso de descumprimento, a multa diária é de 5 mil reais. A prefeitura de Goiânia alega que a greve é abusiva porque ainda haveria diálogo com a categoria. Já o magistrado entendeu que, embora a greve seja um direito constitucional, o sindicato não apresentou um planejamento para assegurar os serviços essenciais.