Uma inteligência artificial capaz de ler e interpretar o DNA brasileiro pode reduzir o tempo de diagnóstico de doenças. Segundo o professor e cofundador do Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA), Celso Camilo, já existe um modelo de IA que aprende a linguagem genética humana. A partir disso, a tecnologia consegue avaliar mutações no DNA, classificá-las e indicar graus de diagnóstico, associando essas alterações genéticas a possíveis patologias, como o câncer de mama. Na fase atual, a expectativa é reduzir os custos por meio da mudança de processos e da diminuição do uso de insumos. Ainda não é possível afirmar um valor final, mas a estimativa é de uma redução significativa, que permita maior acesso e a democratização dos diagnósticos genéticos. Dados de saúde são usados para registrar casos de feminicídio em Goiânia