A volatilidade climática extrema dos últimos tempos e a frequente quebra de padrões históricos têm dificultado a vida dos economistas. Com a chegada do El Nino a situação fica ainda mais crítica. Como a agricultura, a geração de energia, especialmente a hidroelétrica, o transporte marítimo e os seguros dependem diretamente do clima e do tempo, a perda de padrões previsíveis gera o chamado "risco climático", dificultando o cálculo de inflação, safras e PIB. O economista, Eurípedes Junior, destaca que o agronegócio é o setor mais exposto e vulnerável aos efeitos diretos do El Niño, sendo o principal motor por trás da projeção de perda econômica. A instabilidade climática mexe com o calendário de plantio, a produtividade das lavouras e os custos de produção em todo o continente. Prefeitura de Goiânia mudou as regras para a emissão de licenças ambientais