Impasse sobre valores tem travado o acordo para desapropriação do Jóquei Clube de Goiás. Os principais pontos de divergência envolvem a dívida de IPTU e o montante da indenização pela sede e pelo hipódromo. Em entrevista à CBN Goiânia, a presidente do Jóquei, Nívea Cristina Ribeiro de Paula, afirmou que a Prefeitura avaliou a indenização em R$ 55 milhões, mas o clube contesta a depreciação de R$ 26 milhões aplicada sobre a construção, que é premiada internacionalmente. O Jóquei defende que o valor justo da estrutura seja de R$ 33 milhões. Ela afirma ainda que, enquanto o município aponta uma dívida de R$ 170 milhões, o clube estima que o valor real não ultrapasse R$ 50 milhões. A presidente também questiona a falta de clareza nos cálculos do IPTU, que teriam saltado de R$ 3,8 milhões, em 2017, para R$ 20 milhões, em 2018.