A implementação da Inteligência Artificial (IA) na segurança pública de grandes cidades tem representado uma mudança estrutural. Para o diretor do Centro de Excelência em Inteligência Artificial da UFG, Anderson Soares é a migração de uma abordagem reativa para proativa, otimizando recursos. Anderson explica que a IA atua como ferramenta de apoio, por exemplo, processando grandes volumes de dados como vídeos, áudios, registros para fornecer informações mais filtradas e estratégicas às autoridades policiais. No entanto, essa tecnologia exige cuidados rigorosos, governança ética e conformidade legal para evitar violações de direitos fundamentais. Para Anderson, a coleta de dados deve ser transparente e segura. A revolução da Inteligência Artificial nos pequenos negócios Resultado do Enem 2025 já está disponível em Goiás