Especialista explica que muitas pessoas recorrem à inteligência artificial pela agilidade na entrega de respostas rápidas, práticas e concisas, que podem transmitir uma falsa sensação de solução imediata para conflitos emocionais complexos. A psicóloga Gabriella Alvares argumenta que, por ser desenvolvida para manter o usuário engajado e conectado, a inteligência artificial pode formular respostas que priorizam a satisfação de quem está do outro lado. Diferentemente da psicoterapia, que pode envolver o enfrentamento de desconfortos e questões difíceis, a ferramenta tende a concordar e validar relatos e pode até tratar sentimentos passageiros como sinais de problemas de saúde mental. Uso da inteligência artificial pode impactar nova geração de profissionais TJ suspende liminar e libera projeto de monitoramento com inteligência artificial