O tamanho das chamadas caixas de recarga, usadas para ajudar na drenagem da água da chuva em novas construções de Goiânia, pode mudar em breve. A proposta está em discussão em um grupo que envolve representantes da Prefeitura e professores da Universidade Federal de Goiás (UFG). Ela aponta que o modelo atual, que exige um metro cúbico de capacidade para cada 200 metros quadrados de terreno, não tem sido suficiente para ajudar a reduzir os problemas de alagamento na cidade. Por isso, a ideia é ampliar esse volume. A mudança também traz um novo critério, o tamanho dessas estruturas deve variar de acordo com a área permeável do terreno. De acordo com o vice-coordenador do Plano Diretor de Goiânia, Raviel Eurico Basso, explica que as caixas de recarga, geralmente instaladas no subsolo, funcionam como reservatórios que seguram parte da água da chuva e a liberam aos poucos, evitando que vá direto para ruas e redes de drenagem. Ele ressalta que o tamanho dessas caixas vai depender do terreno. Quanto mais permeável, menor pode ser. Quanto mais impermeável, maior precisa ser.