Os adolescentes goianos querem aulas mais práticas e conectadas à vida real, maior uso de tecnologia e mais atenção ao bem-estar, à convivência e à saúde emocional no ambiente escolar. Os dados estão em uma pesquisa feita pelo Ministério da Educação, em parceria com o Itaú social, conselho nacional de educação e com União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. A superintendente do Itaú Social, Patrícia Mota Guedes, destaca que perguntados sobre as formas de aprender que mais contribuem para o desenvolvimento, os estudantes goianos revelam uma busca maior por experiências além dos muros escolares, e ainda jogos, competições e olimpíadas. Polícia investiga suspeita de fraude na contratação de cotas de consórcio Maquiador é alvo de busca e apreensão por suspeita de desviar R$ 300 mil de salão em Goiânia