Empresários já começam a se preparar para o imposto seletivo, conhecido como “imposto do pecado”. O principal objetivo é desestimular o consumo de produtos nocivos à saúde e ao meio ambiente, substituindo em parte o IPI. Neste período, o planejamento tributário é crucial para se preparar para as mudanças e evitar surpresas, explica o advogado tributarista Guilherme Sérgio de Ferreira. Ele destaca ainda que 2026 será um ano de teste para o imposto. Guilherme Sérgio explica que haverá um período de transição entre 2027 e 2033, no qual o imposto seletivo será elevado de forma gradual, com aumentos previstos ano a ano. Segundo ele, o imposto impactará o consumidor final, elevando o valor dos produtos e serviços sujeitos à sua incidência, com o objetivo de desestimular o consumo. O texto prevê a incidência do imposto seletivo sobre bebidas alcoólicas, produtos como cigarros e apostas esportivas, além de aeronaves e embarcações, conforme definições específicas.