O delegado Dannilo Proto e a esposa Karen de Souza Santos Proto foram condenados a mais de 11 anos de prisão em regime fechado por desvios na educação de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Outras oito pessoas também foram condenadas. Entre elas, Leonard Ferreira de Paulo, que teve pena de mais de 8 anos em regime fechado. Os outros sete acusados receberam penas entre cinco e sete anos, em regime semiaberto. A Justiça também decretou perda dos cargos públicos de Dannilo, Karen e do servidor Vitor Rodrigo Bento. Os condenados também devem reparar solidariamente em mais de milhão, oitocentos e cinquenta mil reais à Secretaria Estadual de Educação de Rio Verde e um milhão de reais por danos morais coletivos. Segundo a sentença, Dannilo Proto permanece preso. Os outros condenados vão poder recorrer em liberdade.