A decisão do Banco Central de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, passando de 14,75% para 14,50% ao ano, terá, segundo o economista André Luís Braga, um impacto limitado e gradual no custo de vida e nas dívidas da população. André explica que embora represente um movimento de queda nos juros, a intensidade do corte é considerada pequena diante do alto nível de endividamento e do elevado patamar de juros reais no Brasil. Com a taxa em 14,50%, o custo do crédito para o consumidor final, como empréstimos pessoais e rotativo do cartão de crédito, continua muito alto, oferecendo pouco alívio imediato. Saúde é a principal preocupação dos eleitores goianos, aponta Quaest Cinco pessoas são presas durante operação contra o tráfico de drogas em Goiás e na Bahia Substituição de pediatras por clínicos gerais representa risco à saúde das crianças, diz especialista