Uma decisão do Supremo Tribunal Federal suspendeu cobranças ligadas ao Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano, em Uruaçu, e evitou que Goiás corresse o risco de perder recursos federais destinados à saúde. O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral do Estado, que alegou que as dívidas e multas estavam sendo cobradas de forma indevida da Secretaria Estadual da Saúde. Segundo o governo, desde 2021 a administração do hospital é feita por uma organização social, responsável pela gestão da unidade. Moradores denunciam problemas no atendimento do Ciams Urias Magalhães Ministro da saúde afirma que o Hmap é o hospital que mais faz cirurgias eletivas pelo sus, no país Casos de doenças respiratórias e registro de mortes por influenza aceleraram a abertura da vacina para o público geral A Procuradoria também informou ao Supremo que o Estado não teria sido comunicado corretamente sobre as cobranças, o que teria dificultado a defesa. Além disso, argumentou que a manutenção dessas dívidas poderia impedir a renovação de documentos necessários para o recebimento de verbas da União.