A Justiça determinou a inclusão de candidatos pardos nas vagas de cotas raciais em processos seletivos para residência médica em Goiás. A decisão atende a um pedido do Ministério Público contra o município de Goiânia e quatro hospitais da capital. A sentença foi proferida na última quinta-feira pelo juiz André Reis Lacerda. O magistrado destacou que o Estatuto da Igualdade Racial define a população negra como o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas. Segundo o juiz, o conceito é expresso e não permite interpretação restritiva. Goiás se prepara para semana de chuva intensa, com tempestades e rajadas de vento Irmãos suspeitos de abusar sexualmente de criança são presos, em Anápolis Polícia prende homem suspeito de matar mulher que teve o corpo abandonado em Goiânia O promotor de Justiça Cassius Marcellus de Freitas Rodrigues propôs a ação após a denúncia de uma médica que apontou irregularidades nos editais do Processo Seletivo Unificado de Residência Médica de Goiás para 2026. Os documentos reservavam vagas exclusivamente para pessoas pretas, excluindo os pardos.