Uma audiência pública realizada nesta terça-feira pelo Ministério Público de Goiás e pela Defensoria Pública discutiu as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência para conseguir atendimento de saúde pelo SUS. Um dos principais entraves envolve procedimentos odontológicos e exames que exigem sedação ou anestesia geral. Enquanto hospitais da rede estadual afirmam ter vagas, pacientes enfrentam longas filas. A promotora de Justiça Miryam Belle Moraes destacou que a falha está na comunicação entre as unidades básicas e os centros especializados. Clínica especializada em atender crianças com autismo é denunciada por suspeita de irregularidades Ministro entrega veículos de transporte de pacientes para cidades goianas Justiça determina que Prefeitura de Goiânia faça melhorias no Centro Pop em até 180 dias