Após visita da Comissão Especial de Inquérito (CEI) do Limpa Gyn ao aterro sanitário de Goiânia, realizada nesta segunda-feira (29), os vereadores saíram do local afirmando que o aterro está em precariedade estrutural e com falhas de fiscalização na entrada e descarte dos resíduos da capital. A inspeção reuniu os vereadores Welton Lemos (Solidariedade), presidente da comissão, Aava Santiago (PSDB), vice-presidente, além de Cabo Senna (PRD), Fabrício Rosa (PT) e Juarez Lopes (PSDB), membros da CEI.O grupo acompanhou a rotina do aterro, passando pela balança onde os caminhões são pesados, pelo ponto de descarte do lixo e pelas piscinas de chorume. Atualmente, a entrada dos caminhões funciona de forma manual. Inicialmente o peso é registrado na balança e anotado em planilhas por um servidor. Não há câmeras, registros auditáveis ou verificação do tipo de resíduo transportado. Para os vereadores, o método abre brechas para erros e até fraudes.