Ambientalistas e especialistas criticam a proposta que restringe o uso de imagens de satélite para embargar áreas desmatadas e exige notificação prévia do proprietário antes de sanções. A matéria avançou na Câmara dos Deputados, esta semana, e foi encaminhada ao Senado. O principal argumento é que a exigência de notificação prévia associada à proibição de embargo via satélite engessa a fiscalização de crimes ambientais em tempo real. Para o presidente da Associação para Recuperação e Conservação do Ambiente, o ambientalista Gerson Neto, isso permite que infratores continuem a degradar ou ocultem provas do desmatamento enquanto aguardam o processo administrativo, resultando em perda de eficácia de operações de controle. Prefeitura recolhe mais de 81 toneladas de fios irregulares em Goiânia Licitação para urbanização do Morro da Serrinha é aberta em Goiânia com investimento de R$ 15,6 milhões