Depois de registrar uma candidatura, o candidato precisa fazer campanha com participação em sabatinas, ir às ruas, distribuir santinhos, pedir voto e participar de reuniões? Essa é uma dúvida muito comum, principalmente diante de situações em que o nome da pessoa é lançado na disputa para determinado cargo público, mas nenhuma movimentação é feita para que seja eleito. De acordo com a advogada eleitoralista Marina Morais, a legislação não prevê a obrigatoriedade da campanha. O candidato pode ter uma campanha discreta, gastando pouco dinheiro e sem participar de sabatinas e eventos políticos. No entanto, ela explica que quando se trata de candidatura feminina é feita uma apuração para identificar se a candidatura é fictícia. Tribunal Regional Eleitoral de Goiás realiza evento para reforçar participação das mulheres na política