Três empresários foram presos nesta terça-feira durante uma operação do Ministério Público de Goiás que investiga suspeitas de fraudes em licitações e contratos para o fornecimento de salas e estruturas modulares. Além das prisões, foram cumpridos 44 mandados de busca e apreensão em órgãos públicos, empresas e residências de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Rio Verde, Itumbiara, Itaberaí, Goianira, Inhumas, Goianésia, Abadia de Goiás, Rio Quente, Uruaçu, Luziânia e Alexânia. Também houve buscas em São Paulo e Ribeirão Preto. A operação ainda determinou o afastamento, por 90 dias, de quatro servidores públicos de Itumbiara, Abadia de Goiás, Goianésia e Itaberaí. Segundo o promotor de Justiça e coordenador do Grupo de Atuação Especial do Patrimônio Público, o Gaepp, Augusto César Borges, eles são suspeitos de participar ou facilitar as contratações investigadas.