O Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás, concedeu uma medida cautelar que impede a Prefeitura de Goiânia de reduzir plantões, horários, unidades ou serviços essenciais da saúde por causa do limite de quatro milhões de reais para pagar profissionais credenciados. A decisão é provisória e foi tomada nesta quarta-feira. A medida foi concedida durante a análise de uma denúncia apresentada pela vereadora Kátia Maria (PT). O processo foi relatado pelo conselheiro Humberto Aidar, que apontou o risco de prejuízos para os pacientes caso os atendimentos sejam reduzidos. Segundo o processo, a Secretaria Municipal da Fazenda estabeleceu, a partir de setembro, um limite de quatro milhões de reais para pagar os prestadores de serviços credenciados. A preocupação é que a redução do dinheiro disponível prejudique principalmente os atendimentos de urgência e emergência.