O presidente da Câmara Municipal de Rio Verde, Idelson Mendes, e dois servidores foram presos suspeitos de fazerem parte do grupo criminoso liderado pelo delegado Dannilo Proto. O parlamentar passou a ser investigado por conta de um concurso na Câmara Municipal da cidade que foi realizado em 2023, com contratação direta, sem licitação. De acordo com a promotora do Ministério Público de Goiás, Anna Edesa Lins, o certame foi anulado, mas os valores não foram devolvidos aos candidatos. Operação investiga suspeitos de expedir mandados de prisão falsos contra Lula e Alexandre de Moraes Esposa do delegado Dannilo Proto continua presa Delegado da Polícia Civil é alvo de operação do Ministério Público de Goiás Os dois servidores foram responsáveis por fazer a formalização das dispensas de licitações. O delegado Dannilo Proto também foi alvo de um mandado de prisão, mesmo já estando preso. O MPGO informou ainda que cinco ordens de busca e apreensão também foram cumpridos.