A Justiça deu prazo de 72 horas para a Prefeitura de Goiânia se manifestar sobre problemas encontrados no atendimento de urgência e emergência da capital. A decisão veio depois de duas inspeções feitas pelo Ministério Público de Goiás em 11 unidades, entre UPAs, Cais e Ciams. Na primeira vistoria, realizada em maio, foram encontradas falta de medicamentos, materiais e equipamentos, além de problemas na oferta de exames e na quantidade de profissionais. O Ministério Público recomendou que a Prefeitura regularizasse o atendimento, mas segundo o órgão, as falhas não foram resolvidas por completo. TCM determina que Prefeitura de Goiânia garanta serviços essenciais de saúde Idosa de 75 anos espera há mais de 5 anos por cirurgia no joelho pelo SUS em Goiás Doenças reumáticas podem surgir em qualquer idade e diagnóstico precoce ajuda a evitar complicações