A prefeitura de Goiânia deve definir nos próximos 10 dias se a OS Sociedade Beneficente São José (SBSJ), que administra a Maternidade Célia Câmara, vai continuar na unidade. O hospital teve os atendimentos emergenciais comprometidos esta semana depois de médicos paralisarem o trabalho. Os profissionais alegam atraso no pagamento e falta de insumos básicos. Eles são contratados por uma empresa que presta serviços à SBSJ, mas que está em processo de encerramento de contrato com a OS. Nesta quarta-feira (1°) reportagem do Jornal Popular revelou que no memorando enviado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), que cobrava um plano de contingência na unidade, foi citado que a prefeitura já tinha conhecimento dos problemas na maternidade. Auditoria do Denasus aponta falhas graves em maternidades de Goiânia