O novo contrato entre a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e a Prefeitura de Goiânia deve chegar a cerca de R$ 7,2 bilhões, com duração de cinco anos, podendo ser prorrogado pelo mesmo período. Atualmente, o município está em fase de transição entre o contrato antigo e o novo, que deve entrar em vigor a partir do próximo mês. Dados obtidos pela CBN Goiânia indicam que serviços como varrição manual podem somar cerca de R$ 555,6 milhões no período. A capinação e raspagem devem alcançar aproximadamente R$ 162,3 milhões, enquanto a roçagem mecanizada tem custo estimado em R$ 214,362 milhões. A operação de ecopontos pode chegar a R$ 14,2 milhões, e a pintura de meio-fio, a cerca de R$ 70,3 milhões. O gerente técnico da Comurg, Rafael Pacheco, afirma que o novo modelo busca corrigir a falta de estrutura para faturamento por serviços prestados. Segundo ele, o contrato pode exigir aumento no número de servidores. As atividades foram divididas entre serviços regulares, como limpeza urbana, paisagismo e operação do aterro, e serviços sob demanda, que dependem de autorização.