O Ministério Público de Goiás (MPGO) entrou com uma ação civil contra o Governo do Estado, a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) e o consórcio Redemob, responsáveis pelo transporte coletivo, devido a dificuldades no acesso ao passe livre para pessoas com deficiência. Segundo o Ministério Público, o benefício tem sido negado de forma injusta. Em muitos casos, a análise considera apenas o nome da doença, sem avaliar as limitações reais que a pessoa enfrenta no dia a dia para se locomover. Pessoas com condições como lúpus, fibromialgia, ataxia e visão monocular têm tido seus pedidos recusados automaticamente. A justificativa apresentada pelas empresas e pelo sistema de transporte é que essas condições não estariam incluídas em uma lista específica de doenças que garantem o benefício.