Funcionários contratados pela organização social Sociedade Beneficente São José (SBSJ), que atuam na Maternidade Célia Câmara, temem por demissão e o não recebimento das verbas rescisórias. O contrato da secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a SBSJ foi suspenso temporariamente depois de falhas no atendimento de emergência da unidade de saúde. De acordo com a SMS foi comprovada a incapacidade técnica da “OS”, além da falta de insumos, falhas no atendimento médico e riscos à segurança dos pacientes. Uma nova empresa, o Instituto Patris, foi contratada para assumir a gestão da maternidade. Na manhã desta quinta-feira (2), familiares de pacientes que estão internados na maternidade relataram que há atendimento, mas que ainda falta assistência. Já os funcionários contaram que até as 09h da manhã não tinham recebido qualquer informação se seguiriam trabalhando no local. A presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (Sindsaúde), Neia Vieira, disse que a entidade acompanha a situação de perto.