A Câmara de Goiânia realizou, na quinta-feira (25), a primeira audiência pública para discutir a Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO de 2027. O projeto estabelece as regras para a elaboração do orçamento do ano que vem, estimado em R$ 11 bilhões e 400 milhões. Mesmo no início da tramitação, um dos principais pontos de divergência já apareceu. A Prefeitura pede autorização para remanejar até 30% do orçamento sem necessidade de aprovação da Câmara. No ano passado, o Executivo encaminhou a proposta prevendo um limite de 50%. Durante a tramitação, o percentual caiu para 30% e, no texto final aprovado pelos vereadores, ficou em 23%. Agora, o assunto volta ao centro do debate. Questionado pelos vereadores, o secretário municipal da Fazenda, Oldair Marinho, defendeu que os 30% são um percentual técnico e necessário para dar flexibilidade à execução do orçamento e evitar dificuldades no fechamento das contas do município.