O delegado da Polícia Civil Alexandre Bruno de Barros, um escrivão e um agente policial foram afastados por suspeita de fazer parte de um grupo investigado por desviar e vender cargas apreendidas em operações. O afastamento deve durar 90 dias. De acordo com a TV Anhanguera, as investigações do Ministério Público de Goiás apontaram que os desvios aconteceram quando o delegado Alexandre Bruno era titular da Decar. Ele autorizava, sem respaldo legal ou judicial, que parte das cargas fosse guardada em galpões ilegais. Depois, ela era revendida. As apurações tiveram início depois do desvio de uma carga de vergalhões avaliada em quase um milhão e meio de reais. O material foi apreendido durante uma operação realizada em 2021, chamada Fogo Amigo. Tenente-coronel da PM de Goiás é preso com 53 kg de mercúrio