Produtores goianos têm buscado alternativas de financiamento, como fundos de investimento ligados ao agronegócio, para manter a atividade produtiva. O movimento ocorre após bancos e cooperativas restringirem a oferta de crédito e elevarem as taxas de juros diante do aumento do risco nas operações. O economista Cláudio Henrique avalia que o avanço da inadimplência no setor, impulsionado por pedidos de recuperação judicial de grandes empresas, levou instituições financeiras a adotarem uma postura mais cautelosa, com menor liberação de recursos e crédito mais caro. Vereador e líder do MST são liberados após ação policial em bloqueio em Santa Helena Polícia Rodoviária Estadual reforça fiscalização no feriado de Tiradentes PF cumpre mandado em Goiás contra suspeito de vender dados da Previdência Segundo ele, apesar das restrições, o impacto direto ao consumidor tende a ser limitado no curto prazo, já que a oferta de produtos está mais relacionada a fatores como clima e produtividade. Ainda assim, o agronegócio depende fortemente de financiamento, devido aos altos custos e riscos da atividade.