Após seis dias de julgamento, o Tribunal do Júri de Planaltina, no Distrito Federal, condenou cinco pessoas acusadas de participação em uma chacina que resultou na morte de dez pessoas da mesma família. As penas somadas ultrapassam mil e duzentos anos de prisão. Segundo a acusação, o grupo teria cometido uma série de crimes para conseguir dinheiro e tomar bens de uma família. Os crimes aconteceram entre 2022 e 2023, em Goiás, no Distrito Federal e em Minas Gerais. Três réus, Gideon Batista de Menezes, Carlomam dos Santos Nogueira e Horácio Carlos Ferreira Barbosa, foram condenados por homicídios, extorsão mediante sequestro, roubo, ocultação de cadáver, corrupção de menores e associação criminosa, com penas que passam de 300 anos de prisão. Fabrício Silva Canhedo foi condenado por participação em homicídios e nos demais crimes do caso, incluindo extorsão mediante sequestro, roubo, ocultação de cadáver e associação criminosa, recebendo pena de 202 anos.