As árvores que foram cortadas na Praça Cívica já estavam mortas, segundo delegado. O delegado titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente (DEMA), Luziano de Carvalho, afirmou que, em análise preliminar, o corte de árvores realizado na Praça Cívica, em Goiânia, não configura crime ambiental, uma vez que as espécies removidas já estavam secas e mortas, representando risco a pedestres e veículos. Segundo o delegado, equipes estiveram no local e solicitaram relatórios à Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma). Ele disse que deve abrir uma verificação para apurar a procedência das informações, mas que, ao final dos trabalhos da delegacia, a tendência é sugerir o arquivamento do caso. De acordo com ele, as espécies retiradas eram exóticas e atualmente não são recomendadas para áreas urbanas, por causarem danos à infraestrutura, como redes de água e esgoto, além de prejudicarem outras árvores. A previsão é que sejam substituídas por espécies nativas do Cerrado, como ipês, o que deve contribuir para a revitalização paisagística da Praça Cívica e do entorno do museu, segundo o delegado. Ele acrescentou que as árvores podem ter sido envenenadas.